JUNCO DE FORJÃES EM DESTAQUE NA GALERIA DE ARTES CERTIFICADAS – Porto

Forjães, através do seu junco tradicional e certificado, está em destaque na cidade do Porto, integrando a Galeria de Artes Certificadas. A sessão de abertura deste espaço, onde marcaram presença o Presidente da Câmara de Esposende, Carlos Silva e o Presidente da Junta de Freguesia, Vítor Quintão, para além do Chefe de Gabinete do novo edil de Esposende, Sérgio Mano, aconteceu na passada sexta-feira, dia 14, na Rua das Flores, na cidade do Porto, um projeto do “Grupo O Valor do Tempo” que, deste modo, nos apresenta mais uma referência cultural.

O espaço, que foi muito apreciado pelos autarcas do nosso concelho presentes, reúne 27 artes tradicionais reconhecidas, entre as quais destacamos o Junco de Forjães, e tem como objetivo valorizar técnicas manuais que fazem parte da memória coletiva do país. 

O Junco de Forjães encontra, deste modo, mais um local para ser apreciado, numa zona onde diariamente centenas de turistas procuram uma lembrança da nossa cultura e das nossas tradições.

Foram muitas as pessoas que marcaram presença nesta inauguração, principalmente com responsabilidades nos Municípios representados no espaço, assim como da empresa A Certifica, que muito tem trabalhado para a certificação dos produtos. Realçamos, entre vários convidados, a participação do Presidente da Camara do Porto, Pedro Duarte, dos Secretários de Estado do Turismo e da Cultura, Pedro Machado e Alberto Santos, bem como do Presidente do Grupo O Valor do Tempo, António Quaresma.

Nas intervenções foi destacada a relevância da galeria, sublinhando que iniciativas deste género “preservam a nossa identidade” e ajudam a dar continuidade a práticas que marcaram o modo de vida local ao longo de séculos. Nesta cerimónia conduzida por Fátima Lopes, foi também lembrado que muitos dos ofícios manuais, como tanoaria, moagem, cestaria ou tecelagem, foram determinantes para o desenvolvimento económico das nossas terras.

Pedro Duarte, por seu turno, referiu que estas artes têm futuro: representam uma criatividade sustentável e um conjunto de valores que continuam a ter lugar na cultura urbana contemporânea.

O evento fechou com chave de ouro, graças ao concerto “Cordas do Tempo”, que juntou a viola braguesa de Rui Gama e a voz da soprano Dora Rodrigues.